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Música: Novo vício - Take Me To Church de Hozier

Ando viciado no single Take Me To Church de Hozier.

Ouvi pela primeira na Antena 3 e não considerei “grande malha”, motivo pelo qual fui ignorando a música mudando de estação.

Mas depois de ter visto um vídeo realizado por David LaChapelle de um bailarino a dançar ao som de Take Me To Church ganhei um novo olhar, ou melhor, ouvido sobre esta música.

A letra está muito interessante e o fator crescente da musicalidade acaba por me intrigar de cada vez que ouço esta música. É um crescendo que me atrai, que me envolve, que acompanha a letra. E atinge aquele ponto em que parece que vai “esgalhar” e “rasgar”, para nos deixar apenas quase lá – o que é surpreendentemente bom.

Apesar deste single de Hozier ter começado a fazer furor no final de 2014, o mesmo já tinha sido lançado em 2013, tendo um impacto muito positivo no Youtube. Mas talvez tenha ganho a sua verdadeira notoriedade por ter feito parte do famoso desfile da Victoria Secret em 2014 e por ter merecido uma atuação partilhada com Annie Lennox nos Grammys de 2015.

Por cá, tem feito furor na rádio e na minha playlist do MEO Music.

 

 

Politiquices: Falta de confiança nos políticos

Na semana passada, noticiou o Público que «Mais de 70% dos jovens portugueses não confia nos políticos», número resultante do inquérito Geração Erasmus realizado a uma população com idades compreendidas entre os 18 e os 40 anos.

A falta de confiança nos políticos é novidade? Não! Basta atender ao número elevado de abstenções nos atos eleitorais. Mas a percentagem de 70% é surpreendente. Creio que estamos a falar em milhares de cidadãos com o dever (há quem prefira dizer direito) de votar.

Então porque é que a Política em Portugal não muda? Dizem que o futuro é dos jovens, mas, na verdade, a velha guarda continua a governar o nosso futuro como bem entende – sempre com a nobre intenção de defenderem o nosso interesse e o interesse das gerações futuras. Mas se os eleitores mais jovens não confiam nestes senhores quer isso dizer que também não lhes querem confiar o seu futuro.

Quem não confia nos políticos tem razões para tal e será difícil provar-lhes o contrário. Por mim falo, que também não confio nos nossos políticos. Melhor dizendo, não confio nos nossos políticos “partidários”. Não confio nesses senhores que se reúnem em castas de militantes porque são uma elite de demagogos que defendem os seus próprios interesses e se consideram mais que os outros sob o pretexto de terem sido legitimamente eleitos. Não confio porque são resultado de máquinas partidárias que educam e formatam os seus militantes e confinam as suas ações e decisões ao interesse do partido, mas intitulando-o de ideologia.

 

 

 

 

Lirismos: sem título 1

Como pode

a chuva da manhã deixar-nos tristes se apenas existe para exaustar as nuvens desembruscando o céu para que nos alegremos com o calor do sol?

a inveja anegrejar a nossa alma eclipsando a alegria de ver os outros felizes?

um abraço apertado minuir a saudade de quem tanto se espera para depois nos devolver à melancolia da ausência?

 

Porque é que

o coração batuca mais forte e quase nos sai pela boca quando ansiamos por um gesto e a mente se turva e as sensações nos inundam até que perdemos a consciência de existirmos fora daquele espaço e daquele tempo?

são exíguas as palavras nos bons momentos causando dificuldades de expressão para depois se empedernirem e se tornarem armas fatais para a alma nos maus momentos?

vivemos na ilusão de um guião por nós escrito se não somos capazes de imaginar e criar a felicidade maior que a surpresa e o inesperado nos trazem?

 

Somos tão pequenos na nossa pequenez que olvidamos a grandeza a que estamos destinados.

Se acreditamos que o Paraíso está tão longe como é então possível que o Amor esteja tão perto?

Será sempre a nossa própria humanidade a limitar-nos.

Nuvens.jpg

 Imagem: http://www.gratisography.com/

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